Category CRÔNICAS

1992 – 2012 = -20

daniellaferranteperz

 

Odeio a palavra closure. Principalmente se está ligada à morte de alguém que amo. Esse vocábulo desperta em mim uma sensação estranha. É como se o afeto tivesse um tempo específico, pré-determinado e o luto delimitasse sua data de expiração. Não entendo.

No fundo, closure deve ser algo como sufocar pensamentos e fingir que eles não existem, só por ter tentado escondê-los de si mesmo, na memória. Quem inventou essa expressão

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Rápido

hitchens6

 

Rio, madrugada 40 graus e eu trancada no quarto lendo o Últimas Palavras  de Hitchens. E mesmo que já tivesse devorado a maior parte do livro na Vanity Fair, repassar o relato dele a respeito dos meses em que viveu na “Tumorlândia”, até sua morte, mexeu bastante comigo. Mesmo porque, quando peguei os ensaios anteriormente, ele ainda vivia. E revisitar esses textos, tão nobres e dolorosos, ele já morto, foi uma experiência completamente diferente.

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Aloha

badminton_b24

 

Para a próxima encarnação, já decidi: quero ser Maya Gabeira. Ou melhor, hipoteticamente falando, se existisse reencarnação, eu iria morrer e renascer, e morrer e renascer, até nascer igual à surfista campeã. Uma vez que nesta vida de agora, nem me aventuro a tentar tal feito. No way. Tenho tendência a melasmas. O que me faz fugir da exposição solar tal como um vampiro. E mesmo se minha pele resistisse aos raios ultravioleta, odeio a claridade e o

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Da inutilidade e o que o Facebook não revela sobre você parte 2 (publicado em desimportâncias gerais)

rodriguez

 

 

Cheguei à conclusão que somos bem mais inteligentes quando somos novos. Os anos emburrecem. *** Vale o quanto trepa.  Título da minha crônica que nunca escreverei  sobre o ”amor” no altar do hedonismo mercantil. *** “Nunca mais vou pensar em você, nunca mais. Tanto faz um a mais entre tantos finais.”   Tanto realmente faz.  *** Ps. Arnaldo Antunes, beijaria sua boca agora.

***  Cause how many times can you wake up in this comic

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Brasil, mostra a tua cara

garotosdeprograma

No final das contas há uma seleção natural, os bons sempre se unem aos bons, e os maus sempre se juntam aos maus…

País esquisito este em que vivemos. É corrupção, tráfico de drogas, assassinato, prostituição, destruição de famílias, manipulação, picaretagem, falta de ética, falta de decoro, violência por todos os lados e essa praga dos evangélicos que se multiplicam igual à dívida do meu cartão de crédito. Isso sem mencionar a cafonice geral,

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