Até que a internet nos separe?

 

Facebook, Instagram, Twitter, Tinder, dentre dezenas de outros sites e aplicativos, fazem parte das maravilhosas ferramentas que podem nos conectar com quem quer que seja, em qualquer canto do planeta Terra. Hoje em dia é possível manter contato com muita gente, com as quais, tempos atrás, apenas por uma questão de logística, não manteríamos.

O advento das mídias sociais, sobretudo, reduziu a distância entre as pessoas, e consequentemente o planeta nunca esteve tão interligado.

Pode-se dizer então que, quando o assunto é conexão e troca de informação, a tecnologia digital veio para auxiliar e facilitar a aproximação de seus usuários.

Contudo, essa interligação não veio sem custo, e muito tem sido escrito sobre o impacto da internet nas relações humanas, bem como seu efeito nos relacionamentos amorosos.

Em uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center, um dos mais importantes institutos de pesquisa americano, foi revelado que embora a maioria dos adultos usuários da internet tenha dito que o impacto da web em seus relacionamentos afetivos foi positivo, outra parte dos usuários afirmou que na maioria das vezes a existência da internet representou basicamente uma fonte de conflitos.

De um lado, a pesquisa realizada pelo PEW Center revelou que a tecnologia de informação e comunicação, como instrumento de apoio aos casais, serviu para que estes se sentissem mais próximos de seus parceiros, seja como consequência da troca de torpedos, seja a partir de interações via redes sociais, ou até mesmo em virtude da resolução de conflitos através de e-mails. De outro lado, 25% por cento dos donos de smartphones que vivem um relacionamento sério, por exemplo, reclamaram que seus parceiros passam muito tempo conectados, e se incomodaram, em algum momento do relacionamento, com algo que suas caras-metades fizeram on-line.

Entretanto há uma ressalva: a pesquisa também concluiu que, globalmente, os casais entre 18-29 anos são os mais propensos a relatar que a internet tem algum impacto em suas relações.

Mais precisamente 45% de jovens adultos relataram terem sido afetados de alguma maneira pela web, enquanto apenas um entre dez adultos acima de 29 anos disse o mesmo. Ou seja: visto que a pesquisa identificou os casais novinhos como uma maioria que não sabe ainda muito bem conciliar vida digital e vida amorosa, há de se considerar a maturidade como fator determinante para a ausência, entre casais, de conflitos especificamente gerados pela internet.

Outro dado interessante da pesquisa revela que grande número dos usuários da internet que vivem um casamento ou relacionamento sério compartilha suas senhas entre si. Segundo o PEW, 70% dos casais que estão juntos há mais de seis anos compartilham suas senhas, e 72% dos casais juntos há mais de dez anos, também apresentam esse comportamento.

O que nos faz indagar: seria, então, a transparência digital o segredo de uma união estável?

Seja como for, a realidade é que, nos dias atuais, é impossível pensar o mundo sem a internet.  A cibercultura chegou para ficar, e seu impacto nos relacionamentos afetivos também.

Por sinal, penso que não dá nem para enumerar as vantagens das redes nas relações interpessoais. O problema surge apenas quando nos encontramos sutilmente substituindo os relacionamentos físicos pelos eletrônicos, ou confundindo nossos relacionamentos eletrônicos com os que temos com nossos parceiros.

Logo, o melhor que todo mundo pode (e deve) fazer é usufruir essa facilidade de forma saudável, e aproveitar os pontos positivos que a internet oferece.

Resumo da ópera: descartar o que não presta e preservar o que é bom.

Até porque, por baixo de toda a praticidade das redes sociais, há um grande risco ‒ a desconexão com a vida analógica.

Portanto, ainda que, em razão do grande número de opções on-line, haja quem afirme estarem as pessoas, hoje em dia, mais propensas a trair seus parceiros, ou mesmo a descartá-los sem muita cerimônia ‒ e de fato não há como negar o impacto, por vezes negativo, da web nos relacionamentos afetivos ‒, na verdade, afirmar que a internet é o grande vilão de conflitos entre cônjuges soa um tanto ingênuo. Há inúmeras variáveis que contribuem para o desgaste de um relacionamento, as quais pouco têm a ver com este novo mundo conectado.

E no final das contas, tudo se resume à forma pela qual são usadas a internet e as redes sociais.  Inclusive porque a web é nada mais e nada menos do que uma ferramenta.

E como qualquer ferramenta, para que a tecnologia nos sirva de forma positiva, seu uso requer, apenas, o exercício do bom senso.

 

***

 

O Salvem os Gatos foi à rua perguntar:

 

Você acha que a internet facilitou ou atrapalhou os relacionamentos amorosos? E por quê?

 

Eu acho que tem os dois lados: para quem é solteiro é bom, por se ter fácil acesso a várias pessoas, sem ter que estar presente em todos os lugares, você está em casa, você tem mais coragem de mandar uma mensagem para alguém, você tem mais assédio, porque as pessoas ficam com mais coragem de mandar mensagens pela internet, mandar um pedido de amizade; já do lado dos comprometidos, dos casados, às vezes uma crise passageira vira uma crise maior, porque a pessoa está em casa e de repente recebe mensagens, porque um amigo conta para outro amigo, que fala para outro amigo que você está em crise, e dai existe a internet para ter as tentações,  você nem precisa  querer estar disponível, ou procurar para receber mensagens, coisa que antes era mais difícil, tinha que ser por telefone, ou você tinha que estar em algum lugar para encontrar. Então eu acho que tem os dois lados, atrapalhou e facilitou!

Aninha Lima – 42 anos, atriz e empresária

 

Eu acho que de uma maneira geral a internet é uma ferramenta. Então ela ajudou muito, pois hoje nós temos uma biblioteca de Alexandria à nossa disposição. Mas também ela atrapalha muito, conforme a maneira de usar essa ferramenta. Eu acho que, do ponto de vista do relacionamento amoroso, ajuda você a lembrar da pessoa amada, estar mais com ela; mas ao mesmo tempo é uma faca de dois gumes, porque você ao mesmo tempo se priva de estar de fato com a pessoa.  E aí, eu vou até além, eu não digo nem só dos relacionamentos amorosos, digo dos relacionamentos afetivos de uma maneira geral, a gente não olha mais as pessoas nos olhos, a gente não conversa mais com elas, a gente manda um recadinho no whatsapp, você entende? O carinho chega? Chega, mas o estar junto não é igual, e não tem mais tanto. Eu acho que assim: pra pegação melhorou muito, mas agora, pro amor mesmo, eu acho que distanciou, em minha opinião.

Caetano O´Maihlan – 35 anos, ator

 

Ah! eu acho que atrapalhou e muito. As pessoas estão mais invasivas, eu não gosto muito não da internet, nem para fazer amizade e muito menos quando o assunto é romance. Sou casada, e a internet já me trouxe problemas, no facebook  vi  uma mensagem de uma amiga no inbox do meu marido perguntando como ia a vida, os nossos filhos, até aí tudo bem, mas ela  já tinha ficado com o meu marido, e me incomodou aquela mensagem, achei suspeita, porque se ela quer saber das crianças, por que não perguntou para mim, já que é minha amiga também? Ele disse que não tinha nada a ver, mas eu achei bem suspeito. Ela estava querendo é assunto. Eu não gosto mesmo, acho super invasiva a internet. Eu, quando estou em casa e recebo whatsapp de amigas,  eu nem respondo. Eu super ignoro, nem converso, quero dar atenção para as crianças, meu marido e só. Até porque na maioria das vezes não é nenhum assunto importante. Não ligo para o meu telefone, ele fica ali jogado, enquanto estou fazendo as minhas coisas. Eu acho que a internet atrapalhou muito os relacionamentos humanos, está todo mundo parecendo um bando de retardado, não querem saber de mais nada. Ainda que tenha ajudado, em algumas coisas, creio que o ser humano não sabe usar…

Bianca Nascimento  – 24, manicure         

 

Bom, acho que a internet espelha e intensifica tendências da época, criando novas modalidades e possibilidades de encontros, mas também de desencontros. Os amores líquidos à la Bauman parecem um conceito tão comprovado que periga virar clichê, mas não consigo por ora pensar em alternativa melhor, como tradução de uma lógica flexível, muitas vezes superficial, mas que também não deixa de ter lados positivos, como mais liberdade e capacidade de não se conformar com opções imediatistas, poder levantar a cabeça e encontrar, no meu caso, mulheres lindas, inteligentes, atraentes, que certamente não teria encontrado no perímetro limitado de meus contatos sociais no mundo real.

Caio Liudvik – 39 anos, jornalista da Folha de São Paulo

 

Bom, é claro que qualquer ferramenta de comunicação a priori nos facilita encontros. Mas é de fato um tema que me chama bastante a atenção e quase sempre “trabalho” como couching das amigas que seguem frustradas com os relacionamentos originados por esse meio. O fato é que, da mesma forma que o acesso ao outro se torna mais fácil, o descarte também. Logo, se o indivíduo necessitar desaparecer de uma relação iniciada pela internet lhe é muito mais conveniente e até acolhedor, pois não é “obrigado” a responder, a estar presente. Conheço inúmeros casos que o bate-papo inicial é muito frutífero, mas se algo da personalidade do outro já não corresponde aos anseios do envolvido, logo este parte “pra outra”, afinal o número de opções é infinito. É como ir à padaria e ficar provando aqueles bolinhos de graça pra saber qual vai comprar… No final, acaba não comprando nada porque está satisfeito, “com a barriga cheia” (que expressão vagabunda esta – HÁ). Metáfora vagabundinha essa também, hein?? Mas, entendeu? E pra quem já está num relacionamento permanente, estável? Pois é, lá vem ele, o leque amoroso. Tanta gente linda, fina, elegante e sincera, que fica difícil ser original, diferente e com atributos relevantes. Tem que ter muito, mas muito amor envolvido. Mas isso é uma visão minha, baseada num tipo de cultura de relacionamentos que acredita em relações duradouras e minimamente exclusivas. Beijos

Claudia Menezes – 36 anos, atriz

 

Acho que atrapalhou! Temos que estar disponíveis e on-line o tempo todo. Acho que acabou com o mistério.

Ronaldo Mourão – 45 anos, ator

 

Acho que em tantos outros aspectos a internet funciona de maneiras variadas e às vezes contraditórias no caso dos relacionamentos amorosos: ela quebra um galhão para o primeiro contato ou encontro dos tímidos, mas como não tem tom de voz cria uma quantidade colossal de mal-entendidos, mal-entendidos que podem levar a brigas e separações.

Arthur Dapieve – 52 anos, Escritor, professor e jornalista de o Globo

 

 

O encontro se faz necessário para que o amor aconteça. Nesse sentido, a internet é uma grande facilitadora. Os encontros tornam-se mais ágeis e certeiros. A procura de acordo com afinidades é prática – e o resultando não necessariamente menos romântico. As barreiras físicas caem; mas outras são erguidas. Tanta objetividade – somada à velocidade com a qual as coisas acontecem – afeta a idealização do amor pleno. Se antigamente as coisas funcionavam à base do ‘deixa acontecer’, hoje as mínimas discordâncias (tão bem evidenciadas online) bastam para que um possível ‘match’ seja descartado. As pessoas estão mais exigentes umas com as outras. A questão é muito difícil. No entanto, prefiro ficar com o lado positivo da coisa: uma boa conexão permite que um casamento perdure através de dias e noites no Skype, por exemplo. Se noivos são separados por continentes, nos dias de hoje, só a internet pode salvar.

Frederico Portela –  26 anos, jornalista de o Globo

 

Eu nunca entrei no tinder, nunca entrei em nada disso, nunca usei a internet para conhecer ninguém, então eu não consigo opinar muito, mas eu gosto de usar sites como facebook para encontrar amigos, manter contato com gente que eu conheço, mas para paquera, simplesmente, nunca usei. O máximo que eu uso é o whatsapp, mas mais para comunicar, não para ficar atrás de mulher. Se for para conhecer alguém, eu prefiro o encontro no dia a dia, aos poucos; essa superexposição que rola na internet eu acho ridículo, só que isso é pessoal meu, eu sou assim, tem gente que gosta de se expor, homens que tiram fotos com seus BMWs para impressionar a mulherada, quando moram numa caixa de fósforo, eu não entendo muito… Mas acho também que os efeitos da web no modo como nos relacionamos está mudando sim, porém eu prefiro conhecer gente ao vivo, do que ter uma ideia preconcebida do que uma mulher é, através do perfil online e tal, ainda que no mundo não virtual isso aconteça também, mas não é tanto, tem o jeito que a pessoa se porta, o olhar, a fala, dá mais para saber quem uma pessoa é. Sei lá, para minha vida amorosa, a internet não fez diferença nenhuma…

Renato Sette Camera –  40 anos, fotógrafo

 

Eu acho que a internet ajuda por demais as relações amorosas. Conectando os casais, tornando-os partícipes de cada momento vivido, um do outro. Não acho que a internet atrapalhe os relacionamentos. A questão de, em alguns momentos, o parceiro dedicar total atenção ao smartphone é totalmente compreensível, haja vista que estamos 24hs conectados com a atualidade, não só interagindo com pessoas, mas também se informando do que acontece com o mundo! Do Iapoque ao Chui! É minha opinião. Adoro navegar na internet, adoro ler bloggs que me engrandece a alma. Confesso que tenho crescido muuuuuito com as leituras “internéticas” kkkkkk O cotidiano alheio sempre nos traz algum aprendizado. 

Gabriella Amorim – 25 anos, advogada 

 

Eu não acredito que a internet tenha atrapalhado os relacionamentos amorosos, mas sim os mudado. Pessoas que outrora eram tímidas demais, hoje em dia conseguem flertar com outras através da internet – justamente por não ser cara a cara.

Clara Nunes – 25 anos, produtora          

 

Mais atrapalhou do que facilitou. Os relacionamentos, em minha opinião, devem ser vividos na vida real, carnal ( coisa de pele), na cumplicidade e companheirismo. Se a distância está entre ele, dê um jeito se acabar com ela… e não de achar uma maneira tecnológica de amenizá-la. Caso contrário, logo se acostuma com essa nova forma, que torna tudo superficial demais… os relacionamentos cada vez mais vulneráveis … o dito ” facilitador” de relações, no final das contas, é um grande ilusionista.

Leticia Chahaira – 27 anos, atriz e assistente social

 

A internet com certeza ajuda as relações amorosas, como também pode destruí-las; já aconteceram comigo as duas situações.  Ajuda com relacionamentos à distancia, por exemplo, e como suplemento para alguém próximo, na medida em que é outro meio de comunicação. Mas um contato mais pessoal é sempre fundamental em qualquer relacionamento. Você tem que estar próxima da pessoa para fazer qualquer coisa funcionar.

Kenneth Morris –  56 anos, gerente de restaurante

 

Eu acho dividido. De certa forma sim, pois eu conheço casais que se conheceram em redes sociais e se casaram, mas em outros momentos eu já conheci namorados que, por intrigas causadas por redes sociais, não sei se separaram, mas já brigaram muito. Seja porque um comentou na foto de outra pessoa de maneira indevida, ou porque manteve contato com ex-casos… Eu mesma quando fui casada, embora não tenha me separado por causa das redes sociais, elas me renderam alguns problemas e dores de cabeça. A mulherada hoje em dia não sabe se comportar com o homem alheio. Então, em minha opinião, eu acho que a web trouxe coisas boas e ruins para os casais. Assim como ela une, separa também.

Michele Correa Gomes Argolo Afonso – 31 anos, recepcionista de academia

 

Penso que a internet aproximou as pessoas e as fez descobrir sentimentos mútuos. Em algumas situações o melhor é deixar esses sentimentos terem a sua morada no campo virtual, porque quando passam à realidade se esvaem tão rápido como um pingo de éter. Bem, existem exceções, é claro.

Marco Guimarães – 62 anos, escritor


Eu acho que a internet ajudou bastante às relações amorosas. Ela uniu casais que não se conheceriam não fossa a web, não é mesmo?  Ainda que existam alguns casais que só Jesus, né? Brigam por causa do Facebook, do Twitter, do Instagram…Tem muita gente que não sabe lidar com esse acesso todo… Mas num todo, eu diria que a internet ajudou, e muito. 

Roberta Paiva – 35 anos, garçonete

 

Eu acho que a internet evidencia de forma mais abrangente o que a pessoa é, pois até o fato de escolher mostrar o que não é, o que gostaria de ser, já é tão revelador… então, voltando aos relacionamentos, a influência pode ser tanto positiva quanto negativa dependendo do olhar de quem expõe e é exposto.

Mônica Bicalho – 53 anos, pedagoga

 

Creio que quase tudo tem um lado bom e um lado ruim; no final das contas, o que vale é colocar na balança pra ver se o lado bom foi o que prevaleceu, porque isso é o que faz uma situação valer a pena. Pela ótica positiva, através da internet conseguimos ver um lado das pessoas, que muitas vezes o convívio (pessoalmente) não nos permite enxergar.Na internet as pessoas são mais corajosas pra certas coisas, e nisso um traço de “mau-caratismo” pode acabar aparecendo. Esse seria um lado bom, um lado onde você pode descobrir que está se relacionando com uma pessoa indigna de confiança, algo que talvez levasse anos pra você descobrir sem a internet. A rede social também favoreceu os tímidos a tomarem a iniciativa que pessoalmente não tomariam. Pelo lado ruim, a internet também pode ser uma grande porta de entrada para os olhos, trazendo a comparação de si mesmo com os outros, e do nosso parceiro com os outros. E o que se vê no feed da sua página nem sempre é real. E a falta de noção de limites, a respeito de com quem se deve conversar, pode gerar ciúmes no relacionamento. Outra coisa é que quando se fala de relacionamento à distância, a internet é uma grande inimiga, porque de longe o caráter fica “maquiado”. É o “efeito camelô” sabe? De longe o produto parece tão bonito, de boa qualidade… Mas conforme você se aproxima vai vendo que é feito de plástico barato, e os botões estão caindo… Se você se baseia pelo que vê na internet, pelo que conversou na web, pode estar sendo seriamente enganado(a). Muitos casos terríveis de relacionamentos trágicos começaram pela rede social. Acho que no fim das contas precisa haver um equilíbrio entre o contato social online e offline. É bom ter a internet como quebra-galho em situações onde você não pode estar perto do seu parceiro ou sua parceira, mas o contato real é insubstituível e indispensável. A internet não pode entrar no lugar do relacionamento real, consistente e saudável que só o contato pessoalmente proporciona.

Rannah Sheeva – 24 anos, cantora

 

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  1. Mônica Bicalho disse:

    É Ju, acho que a sua frase “descartar o que não presta e preservar o que é bom” é uma sábia filosofia de vida.

  2. dario corrêa disse:

    ótima análise dessa ferramenta extraordinária que está afetando relacionamentos e a forma de transmissão do conhecimento, quem viver verá o que vai dar

  3. Pedro disse:

    Você concluiu perfeitamente, bom senso, bom senso, bom senso!

  4. Adriano disse:

    Adoro seus textos.

  5. Gilda delgado disse:

    Adorei, bom ver está geração se manifestando

  6. Pina Bastos disse:

    Eu adoro a internet, mas sei que ela pode ser muito invasiva. Por isso, é preciso saber usar, como você diz. Tudo de bom!

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